"Nada sei dessa vida, vivo sem saber. Nunca soube, nada saberei. Sigo sem saber… Que lugar me pertence que eu possa abandonar; que lugar me contém, que possa me parar… Sou errada, sou errante. Sempre na estrada, sempre distante. Vou errando enquanto o tempo me deixar.”
Vanir, 17 anos.